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O Cultura Pará criou a Agenda da Semana com o objetivo de publicar neste espaço os eventos artísticos de nossa região seguindo a mesma linha de trabalho proposta pelo site. Os interessados em divulgar seus eventos nesta Agenda, deverão enviar a programação até segunda-feira (às 19h) de cada semana. Eventos em bares e outras locações em que a arte não for objeto prioritário não serão contemplados. |
EXPOSIÇÕES EXPOSIÇÕES EXPOSIÇÕES |
arte. de repente.
Amanda Jones, Ana Carla, André Menezes, Bruno Furtado, Carla Evanovitch
Charleson Carvalho, Cinthya Marques, Crispin, Dirceu Maués, Edirlei Pimentel,
Franci Walter, Gessiana Torres, Heraldo Candido, Josynaldo Ferreira, Juliana
Tourinho, Murilo Rodrigues, Nigel Anderson, Patrícia Abud, Patrícia Ross,
Rito de Cássio, Rosângela Modesto, Rose Paz, Silvia Cristina Lucena,
Woylle Masaki, Yuri Amorim

Mostra que faz parte do Programa de Extensão Processos Artísticos
e Curatoriais Contemprâneos, coordenado por Orlando Maneschy
Galeria Augusto Fidanza - Museu de Arte Sacra
Praça Frei Caetano Brandão, s/n - Cidade Velha
Visitas: 04 a 30 de julho
De terça-feira até domingo, das 10h às 18h
Bate-papo dia 9 de julho às 18h30 |
OUTROSSIM
Acácio Sobral, Dina Oliveira, Emanuels Franco
Geraldo Teixeira, P.P. Condurú, Roberta Carvalho e Ruma

Prestando homenagem ao grande poeta Max Martins, no mês em que ele completa 82 anos, a galeria de arte da Sol Informática monta uma exposição de desenhos, com seis artistas plásticos paraenses de grande expressão. "Outrossim", título/poema que nos enlaça na dimensão de um construtor e exímio alquimista da palavra, dá nome a esta montagem. E é sob este contexto poético que o artista plástico Jorge Eiró convidou seis notáveis criadores/desenhistas, e por meio de seus olhares em conexão ao de Max, registrarem os seus riscos subscritos, ou o olhar/Max de cada um deles. Acácio Sobral, Dina Oliveira, Emanuel Franco, Geraldo Teixeira, P.P. Condurú, Roberta Carvalho e Ruma trazem a referência estética da obra de nosso maior poeta vivo.
Galeria Arte-Sol
Av. Visconde de Souza Franco (DOCA), 1122
Mezanino do Café da Sol
Visitação: de 18 de junho a agosto/2008
De segunda a sábado, das 9h às 20h30
Informações: (91) 4006-4517
http://galeria.intersol.com.br/ |
IMAGENS DE CORDEL
J. Borges

Galeria Elf
Av. Genmo. Deodoro, 506 - Umarizal - Belém-PA
14 de maio de 2008, às 19h
Visitação: de 21 de junho a 30 de julho
De segunda a sábado, das 15 às 20h
Informações: (91) 3224-0854
elfgaleria@gmail.com |
COLOR BAR
Melissa Barbery

Contemplada com o Prêmio Banco da Amazônia de Artes Visuais 2008, Melissa Barbery realizará, no Espaço Cultural desta Instituição, a exposição “Color Bar”, a primeira mostra do Edital de Pautas para 2008.
A exposição será compostas por 4 vídeos intitulados: “Vermelho”, “Apartamento 1102”, “Dionísio” e “Paisagem RGB”, apresentados em “sites específics” transformando o ambiente utilizado em uma grande instalação. Diz a artista:
“Esta exposição criará um ambiente audiovisual onde a cor será o elemento que conduzirá o olhar do espectador. Os vídeos possuem motes orgânicos, onde seres vivos são os protagonistas, seja numa dança profana, seja um gemido ou até mesmo um movimento quase que hipnótico”.
Melissa é bacharel licenciada pela Universidade da Amazônia – UNAMA, no curso de Artes Visuais e Tecnologia da Imagem, já realizou várias exposições locais, nacionais e uma internacional. Por isso, esta artista é um dos nomes de maior relevância da produção artística contemporânea paraense atual.
A curadoria da exposição é assinada pelo Professor, Doutor e Artista Orlando Maneschy, que diz sobre Melissa “Em seus vídeos-pintura a natureza que é apresentada, em espécie de performances para a câmera, nos levam a olhar para a Natureza de uma outra forma, mais estranha, e por isso mesmo, como nos alerta Freud, mais próxima, pois é na diferença que nos reconhecemos.”.
Espaço Cultural Banco da Amazônia
Av. Presidente Vargas, 800 – térreo, Belém-PA
Vernissage: 23 de junho de 2008, às 19h (convidados)
Aberta ao público: 24 de junho a 08 de agosto de 2008
Segunda à sexta de 8h às 18h
Mais informações: (91) 4008-3334 (Falar com Ruma) |
CONTIGÜIDADES - Dos anos 1970 aos anos 2000
Vários autores

'Contigüidades' tem curadoria de Orlando Maneschy, Marisa Mokarzel e Alexandre Sequeira, e consultoria de Paulo Herkenhoff. Como explicam os curadores, a mostra é um levantamento da produção visual no Estado ao longo de quatro décadas de história e arte.
Ainda que sem ser uma pesquisa eminentemente histórica, a exposição pontua acontecimentos que marcaram a produção artística no Estado neste período, com a 1ª Bienal Amazônica de Artes Visuais, em Belém, no ano de 1972, que serviu de ponto de partida para o levantamento de informações e obras para a mostra, e, em particular, para a projeção nacional de autores como Nestor Bastos Júnior e Osmar Pinheiro, entre outros. Os anos 70 funcionaram como um grande laboratório para a produção que viria nos anos subseqüentes.
Nesse sentido, passaram a se destacar nomes como Emmanuel Nassar, Dina Oliveira e Valdir Saruby. Nos anos 80, a Fundação Nacional de Arte (Funarte) do Ministério da Cultura passa a desenvolver o projeto 'Visualidade Amazônica', ou seja, a levantar na região expressões populares até então não consideradas como arte.
Nesse processo, que tem como ponto de referência o conceito de visualidade amazônica, a partir de uma obra do poeta João de Jesus Paes Loureiro ('Fontes do Olhar'), um grupo de artistas paraenses brilha com idéias e obras: Osmar Pinheiro, Luiz Braga, Emmanuel Nassar e o próprio Paes Loureiro, entre muitos outros. O projeto teve apoio direto do Governo do Estado na época.
Diálogos - Nesse período, a Semana Nacional de Fotografia, organizada nacionalmente pela Funarte, contribuiu decisivamente para o boom dessa expressão artística no Pará. A fotografia consolida-se no Estado nos anos 90, com a característica de ter uma produção coletiva, e perene até os dias atuais.
Nos anos 80 e 90, os salões de arte organizados em Belém são essenciais para um novo momento das artes visuais no Estado e no Norte do País.
Um outro espaço importante para as artes visuais em Belém foi o Salão Paraense de Arte Contemporânea, o inesquecível Spac. O Salão durou apenas três anos na década de 90, mas foi singular desde a sua concepção envolvendo a Secretaria de Estado de Cultura (Secult) e a Associação dos Artistas Plásticos do Pará.
Os salões de arte possibilitaram, além da formação de platéia, a ruptura de limites entre as expressões artísticas, o que tornou ainda mais atraente as mostras para qualquer faixa de público. Os salões estimularam os artistas paraenses a participar de programações semelhantes em âmbito nacional. Muitos deles obtendo premiações significativas.
Os diálogos nos salões envolvem as linguagens visuais de objetos, instalações, pinturas, vídeos, fotografias e outros. Entre os muitos artistas que se destacam nesse processo figuram Rosângela Rennor, uma mineira que tomou parte do Spac. Essa participação ilustra todo um intercâmbio dos artistas paraenses com autores de outros centros nacionais e do exterior.
Acadêmicos - Nos anos 2000 as artes visuais ganham o impulso com artistas provenientes de cursos de formação superior da Universidade Federal do Pará (UFPA) e da Universidade da Amazônia (Unama), em contraste com os artistas nos anos 80 que eram, em grande parte, de outras áreas do conhecimento, como a Arquitetura, fundamentais na história das artes paraenses.
Daí que em 'Contigüidades' o público vai conferir obras pouco conhecidas, mas bem representativas de autores como Nestor Bastos Júnior, João de Jesus Paes Loureiro (poesia visual dos anos 80), Eduardo Falesi e outros expoentes dos anos 70 até os dias atuais, e, ainda, jovens artistas recém-premiados, como Josynaldo Ferreira, Melissa Barbery, Éder Oliveira e Flávio Araújo. Para montagem da mostra, os curadores e consultor atuam desde dezembro passado, lidando com acervos de colecionadores e galerias.
Nesse sentido, funcionam como fontes de pesquisa o Museu de Arte da UFPA, Museu de Arte do Centro Cultural Brasil-Estados Unidos, Unama, Fundação Romulo Maiorana, Estacon Engenharia, acervo dos colecionadores Alex Athias, Peta Falesi, Avertano Rocha, João Batista Klautau Leão, e muitos outros. 'Essa exposição traz a possibilidade de um percurso de leitura da história da arte no Pará', convidam Sequeira, Mokarzel e Maneschy, enquanto labutam entre pinturas, instalações, vídeos, fotografias e esculturas e outras atrações da mostra no Museu Histórico do Pará.
O trabalho dos curadores é sintonizado com Renata Maués, diretora do Sistema Integrado de Museus do Estado (SIM), do qual faz parte o Museu Histórico.
Museu do Estado do Pará - MHEP
Praça D. Pedro II, s/n
Dia 22 de junho até o dia 18 de julho 19h
Visitas: de terça a domingo, das 10h às 18h;
de segunda a sexta-feira, das 8h às 14h;
às terças, a entrada é franca.
Informações: 4009-8838 / 4009-8845.
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CORDAS DO TAPAJÓS
Sebastião Tapajós

Sebastião Tapajós faz show de lançamento, dia 9 de julho, quarta-feira, no Teatro da Paz, do CD duplo "Cordas do Tapajós". O show tem participação de Moacir Santos, Djalma de Santarém, Derek, Kaila Moura e os percussionistas Márcio Jardim e Dadadá.
Theatro da Paz
Rua da Paz, s/n
Dia 9 de julho - quarta-feira às 21h
Ingressos na bilheteria
Informações: 4009 8757 / 8758
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